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	<title>Com Jesus e Maria venceremos</title>
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	<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:30:17 +0000</pubDate>
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		<title>MARIA MÃE DE DEUS</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3ky38.th8.us+MARIA+M%C3%83E+DE+DEUS" title="Post to Twitter (www.3ky38.th8.us)"></a>Maria, Mãe de DEUS.
“Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?” (Lc 1,43)                                      [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3ky38.th8.us+MARIA+M%C3%83E+DE+DEUS" title="Post to Twitter (www.3ky38.th8.us)"></a><p>Maria, Mãe de DEUS.</p>
<p>“Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?” (Lc 1,43)                                                             O título “Théotokos” (Mãe de Deus) foi dado à Maria durante o Concílio de Éfeso (431), na Ásia Menor. A heresia de negar a maternidade divina de Nossa Senhora é muito anterior aos protestantes. Ela nasceu com Nestório, então Bispo de Constantinopla. Os protestantes retomaram esta heresia já sepultada pela Igreja de Cristo. Este é um problema de Cristologia e não de Mariologia. Vamos demonstrar através dos exemplos abaixo a autenticidade da doutrina católica. </p>
<p>Maria é Mãe de Deus, porque é Mãe de Jesus que é Deus.                                                                                        Se perguntarmos a alguém se ele e filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lancará um olhar de espanto. E teria razão. O homem como sabemos é composto de corpo, alma e espírito. A minha mãe me deu meu corpo, a parte material deste conjunto trinitário que eu sou; sendo minha alma e espírito dados por Deus. E minha mãe que me deu a luz não é verdadeiramente minha mãe? </p>
<p>Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Nossa Senhora. Há em Nosso Senhor Jesus Cristo duas naturezas: a humana e a divina, constituindo uma só pessoa, a pessoa de Jesus. Nossa Santa Mãe é mãe desta pessoa, dando a ela somente a parte material, como nosso mãe também o faz. O Espírito e Alma de Cristo também vieram de Deus. Nossa mãe não é mãe do nosso corpo, mas mãe de nossa pessoa. Assim também Maria é Mãe de Cristo. Ela não é a Mãe da Divindade ou da Trindade, mas é mãe de Cristo a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que também é Deus. Sendo Jesus Deus, Maria é Mãe de Deus. </p>
<p>A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, uma negação ao ensino dos Apóstolos de Cristo. </p>
<p>Provas da Sagrada Escritura                                                                                                                                            A Igreja Católica sendo a única Igreja Fundada por Cristo, confirmada pelos Apóstolos e seus legítimos sucessores; sendo Ela a escritora, legitimadora e guardiã da Bíblia, jamais poderia ensinar algo que estivesse contra o Ensino da Bíblia. </p>
<p>Vejamos o que a Sagrada Escritura ensina sobre a Maternidade Divina de Nossa Senhora: </p>
<p>1. O profeta Isaías escreveu: “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel [Deus conosco].” (Is 7,14). Claramente o profeta declara que o filho da virgem será divino, portanto a maternidade da virgem também é divina, o que a faz ser Mãe de Deus. </p>
<p>2. O Arcanjo Gabriel disse: “O Santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus“ (Lc 1,35). Se ele é filho de Deus, ele tb é Deus e Maria é sua Mãe, portanto Mãe de Deus. Isaías também escreveu o mesmo em Is 7,14. </p>
<p>3. Cheia do Espírito Santo, Santa Izabel saudou Maria dizendo: “Donde a mim esta dita de que a mãe do meu Senhor venha ter comigo”? (Lc 1,43) E Mãe de meu Senhor quer dizer Mãe do meu Deus, portanto Mãe de Deus.</p>
<p>4. São Paulo ainda escreveu: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei.” (Gl. 4,4). São Paulo claramente afirma que uma mulher foi a Mãe do filho de Deus, portanto Mãe de Deus. </p>
<p>Tendo a Sagrada Escritura seu berço na Igreja - portanto sendo menor que Ela - , vemos como está de acordo com o ensino da mesma. </p>
<p>A Doutrina dos Santos Padres                                                                                                                                      Será que os Apóstolos de Cristo concordavam com a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Pois segundo os protestantes, a Igreja Católica inventou a maternidade divina de Maria no séc V durante o Concílio de Éfeso. </p>
<p>Vejamos o que diz o Apóstolo Santo André: “Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu”. (Sto Andreas Apost. in trasitu B. V., apud Amad.) </p>
<p>Veja agora o testemunho de São João Apóstolo: “Maria, é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu a luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido a carne humana.” (S. João Apost. Ibid) </p>
<p>São Tiago: “Maria é Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus“ (S. Jac. in Liturgia) </p>
<p>São Dionísio Areopagita: “Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes.” (S. Dion. in revel. S. Brigit.) </p>
<p>Orígenes escreveu: “Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe” (Orig. Hom I, in divers. - Sec. II ) </p>
<p>Santo Atanásio diz: “Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta.” (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.) </p>
<p>Santo Efrém: “Maria é Mãe de Deus sem culpa” (S. Ephre. in Thren. B.V.). </p>
<p>São Jerônimo: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus” (S. Jerôn. in Serm. Ass. B.V.). </p>
<p>Santo Agostinho: “Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus” (S. Agost. in orat. ad heres.). </p>
<p>Todos os Santos Padres afirmaram em amor e veneração a maternidade divina por Nossa Senhora. Me cansaria em citar todos os testemunhos primitivos. </p>
<p>Agora uma surpresa para os protestantes. Lutero e Calvino sempre veneraram a Santíssima Virgem. Veja abaixo o testemunho dos pais da Reforma: </p>
<p>“Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis monarcas da Terra, comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar o suficiente, a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade.” (Martinho Lutero no comentário do Magnificat - cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista Jesus vive e é o Senhor).<br />
“Não há honra, nem beatitude, que se aproxime sequer, por sua elevação, da incomparável prerrogativa, superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um Filho em comum com o Pai Celeste“ (Martinho Lutero - Deutsche Schriften, 14,250).<br />
“Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (Calvino - Comm. Sur I’Harm. Evang., 20)<br />
A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, é negar a Divindade de Cristo, é negar o ensino dos Apóstolos de Cristo. </p>
<p>O Concílio Ecumênico de Éfeso                                                                                                                          Quando o heresiarca Ario divulgou o seu erro, negando a divindade da pessoa de Jesus Cristo, a Providência Divina fez aparecer o intrépido Santo Atanásio para confundí-lo, assim como fez surgir Santo Agostinho para suplantar o herege Pelágio, e São Cirilo de Alexandria para refutar os erros de Nestório, que haviam semeado a perturbação e a indignação no Oriente. </p>
<p>Em 430, o Papa São Celestino I, num concílio de Roma, examinou a doutrina de Nestório que lhe fora apresentada por São Cirilo e condenou-a anti-católica, herética. </p>
<p>São Cirilo formulou a condenação em doze proposições, chamadas os doze anátemas, em que resumia toda a doutrina católica a este respeito. </p>
<p>Pode-se resumi-la em três pontos: </p>
<p>1. Em Jesus Cristo, o Filho do homem não é pessoalmente distinto do Filho de Deus; </p>
<p>2. A Virgem Santíssima é verdadeiramente a Mãe de Deus, por ser a Mãe de Jesus Crito, que é Deus; </p>
<p>3. Em virtude da união hipostática, há comunicações de idiomas, isto é; denominações, propriedades e ações das duas naturezas em Jesus Cristo, que podem ser atribuídas à sua pessoa, de modo que se pode dizer: Deus morreu por nós, Deus salvou o mundo, Deus ressuscitou.</p>
<p>Para exterminar completamente o erro, e restringir a unidade de doutrina ao mundo, o Papa resolveu reunir o Concílio de Éfeso (na Ásia Menor), em 431, convidando todos os bispos do mundo. Perto de 200 bispos, vindos de todas as partes do orbe, reuniram-se em Éfeso. São Cirilo presidiu a assembléia em nome do Papa. Nestório recusou comparecer perante aos bispos unidos. Desde a primeira sessão a heresia foi condenada. Sobre um trono, no centro da assembléia, os bispos colocaram o Santo Evangelho, para representar a assistência de Jesus Cristo, que prometera estar com a sua Igreja até a consumação dos séculos, espetáculo santo e imponente que desde então foi adotado em todos os concílios. Os bispos cercando o Evangelho e o representante do Papa, pronunciaram unânime e simultaneamente a definição proclamando que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Nestório deixou de ser, desde então, bispo de Constantinopla. Quando a multidão ansiosa que rodeava a Igreja de Santa Maria Maior, onde se reunia o concílio, soube da definição que proclamava Maria Mãe de Deus, num imenso brado ecoou a exclamação: “Viva Maria, Mãe de Deus! Foi vencido o inimigo da Virgem! Viva a grande, a augusta, a gloriosa Mãe de Deus!” </p>
<p>Em memória desta solene definição, o concílio juntou à saudação angélica estas palavras simples e expressivas: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”. </p>

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		<title>VIRGINDADE DE MARIA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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1) Introdução 
Jesus não é filho de José. 
Leiamos a genealogia de Jesus em Mat 1, 1-17: “… Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus chamado Cristo…”. 
Comentário: Não é mencionado que José gerou Jesus. 
Leiamos a genealogia de Jesus em Luc 3, 23-37: “Ao iniciar o ministério, [...]]]></description>
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<p>1) Introdução </p>
<p>Jesus não é filho de José. </p>
<p>Leiamos a genealogia de Jesus em Mat 1, 1-17: “… Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus chamado Cristo…”. </p>
<p>Comentário: Não é mencionado que José gerou Jesus. </p>
<p>Leiamos a genealogia de Jesus em Luc 3, 23-37: “Ao iniciar o ministério, Jesus tinha mais ou menos trinta anos e era, conforme se supunha, filho de José, filho de Eli…” </p>
<p>Comentário: O texto sagrado não afirma que Jesus era filho de José, mas que conforme o povo supunha ele era tido como filho de José. </p>
<p>Leiamos Mat 1, 18-20: “A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, comprometida em casamento com José, antes de coabitarem, ela concebeu por obra do Espírito Santo. José, seu esposo, sendo justo e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo. Enquanto assim decidia, eis que o anjo do senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo”. </p>
<p>Comentário: se José fosse o pai do filho de Maria, por que ele estava pensando em abandoná-la, se Maria já estava prometida em casamento a ele, isto é, já estava noiva dele, e se os filhos neste período eram considerados legítimos? </p>
<p>Maria teve outros filhos? </p>
<p>O Novo Testamento não conhece outros filhos de Maria e nem de José. Nunca em nenhuma passagem do novo testamento, ninguém é chamado filho de Maria a não ser Jesus. Nunca em nenhum texto do novo testamento, de ninguém Maria é chamada mãe, a não ser de Jesus (cf. Joa 19, 25). </p>
<p>1) Maria virgem antes do parto, no parto e depois do parto. </p>
<p>1.1) Maria virgem antes do parto: </p>
<p>Luc 1, 34: “Maria, porém, disse ao anjo: como é que vai ser isso, se eu não conheço homem algum?”. </p>
<p>Comentário: conforme as palavras de Maria, até aquele momento, ela era virgem e, ao que parece, não tinha planos em vista de mudar aquela sua realidade. </p>
<p>Nota: alguns teólogos católicos julgam que Maria havia feito propósito de virgindade consagrada à Deus. Isa 7, 14: “Pois sabei que o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a jovem concebeu e dará à luz um filho e pôr-lhe-á o nome de Emanuel”. </p>
<p>Comentário: a palavra hebraica Almah significa a jovem na flor de seus anos, o que não dá alusão direta à virgindade, mas a tradição judaica entendeu almah, no sentido virgem. Os tradutores da bíblia, em Alexandria, para o grego, no século III a.C., usaram o termo Aieparthénos (virgem) em lugar de Almah. São Mateus em seu evangelho (Mat 1, 23) utilizou a profecia de Isaías em sua forma grega: Aieparthénos, ou virgem Maria, e seu filho Emanuel, Deus conosco. Assim a própria escritura explica a escritura. </p>
<p>1.2) Maria virgem no parto: </p>
<p>Joa 1, 12-13: “Mas a todos que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus: aos que crêem em seu nome, ele, que não foi gerado nem do sangue, nem de uma vontade da carne, nem de uma vontade do homem, mas de Deus”. </p>
<p>Luc 2, 7: “E ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o com faixas e reclinou-o numa manjedoura…”. </p>
<p>Comentário: Tais dizeres insinuam a ausência das dores e da prostração que costumam acompanhar todo parto. A tradição, aliás, repetiu freqüentemente que Maria deu a luz sem dor, intencionando professar a maternidade virginal de Maria, pois ela nasceu sem a mancha do pecado original. </p>
<p>Joa 20, 19: “À tarde desse mesmo dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas onde se achavam os discípulos, por medo dos judeus, Jesus veio e, pondo-se no meio deles, lhes disse: a paz esteja convosco!”. </p>
<p>Comentário: assim como Jesus transpôs as portas, ou paredes, do local onde os apóstolos se achavam reunidos, assim também, Jesus, pelo poder do Espírito Santo, transpôs o seio da virgem Maria e nasceu no meio dos homens. </p>
<p>1.3) Maria virgem depois do parto - o Filho único: </p>
<p>Há sete textos no Novo Testamento que mencionam “Os Irmãos de Jesus”, no entanto o mais expressivo é o de Mar 6, 3: “Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?”. </p>
<p>Leia também: Mat 13, 55s; Mar 3, 31-35; Mat 12, 46-50; Luc 8, 19-21; Joa 2, 12; Joa 7, 2-10; Ato 1, 14; Gál 1, 19 e 1 Cor 9, 5. </p>
<p>Vejamos então, qual o verdadeiro sentido do grau de<br />
parentesco entre esses “Irmãos” e Jesus </p>
<p>A expressão “Irmãos de Jesus” foi concebida originariamente não em ambiente grego, mas no mundo Semita. Os habitantes de Nazaré, por exemplo, não falavam grego, mas aramaico. É preciso, portanto, que procuremos avaliar o sentido da palavra “irmão” em aramaico. Ora, em aramaico, assim como em hebraico (línguas afins entre si), a palavra “Irmãos” Ah, em hebraico e Aha, em Aramaico, designava não somente os filhos dos mesmos genitores, mas também, os primos ou até parentes mais remotos, pois estas línguas eram pobres em vocabulário. </p>
<p>No antigo testamento, vinte passagens atestam o amplo significado da palavra “Irmão”, vejamos alguns exemplos: </p>
<p>Leiamos Gên 11, 27: “Eis a descendência de Taré: Taré gerou Abrão, Nacor e Arã. Arã gerou Ló”.;<br />
Leiamos Gên 12, 5: “Abrão tomou sua mulher Sarai, seu sobrinho Ló,…”;<br />
Agora leiamos Gên 13, 8: “Abrão disse a Ló: que não haja discórdia entre mim e ti, entre meus pastores e os teus, pois somos irmãos“. (Leia também Gên 14, 12.14.16). </p>
<p>Leiamos 1 Cro 23, 21-22: “Filhos de Merari: Mooli e Musi. Filhos de Mooli: Eleazar e Cis. Eleazar morreu sem ter filhos, mas teve filhas que foram desposadas pelos filhos de Cis, seus irmãos“. </p>
<p>Leiamos Tb 8, 9: Aconselhado pelo Arcanjo Rafael a casar-se com Sara, filha única de Raguel e de Ana, parentes próximos de seu pai, Tobias assim rezou a Deus: “Senhor, sabeis que não é por motivo de luxúria que recebo por mulher esta minha irmã”. </p>
<p>Outros exemplos: Gn 12, 8-14; Gn 29, 12.15; Gn 31, 23; Gn 37, 16; Gn 39, 15; Gn 42, 15; Gn 43, 5; 1 Cro 15, 5; 2 Cro 36, 10; 2 Reis 10, 13;1 Sam 20, 29; Lv 10, 4; Jó 19, 13-14; Jó 42, 11. </p>
<p>Comentário: Vale esclarecer que na tradução grega foi usado o termo “Adelphós” irmãos, apesar do grego ter a palavra primo, em virtude da língua de pregação de Jesus ser o hebraico e o aramaico, que não tinha palavra própria para dizer primo. Com base nesta verificação, não teremos dificuldade de compreender que os “Irmãos de Jesus” eram, na verdade, primos de Jesus. Ora, é sabido que entre os orientais, os parentes mais próximos eram chamados de irmãos, como até hoje se dá em alguns países notadamente a Índia, onde em alguns idiomas locais não há palavras para designar “primo” Vejamos as pistas que alguns textos do evangelho nos dão: </p>
<p>Mat 27, 55-56: “Estavam ali muitas mulheres olhando de longe. Haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia a servi-lo. Entre elas Maria madalena, Maria, mãe de Tiago e de José e a mãe dos filhos de Zebedeu”. (Confira Mar 15, 40). </p>
<p>Comentário: essa Maria, mãe de Tiago e de José, não é a esposa de José, mas de Clopas (ou Cléofas, ou Alfeu), conforme Joa 19, 25: “Perto da cruz de Jesus, permaneciam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena”. </p>
<p>Para melhor compreensão vejamos seguintes: </p>
<p>Filhos de Eli (Luc 3,23): José (pai adotivo de Jesus) e Clopas (ou Alfeu ou Cléofas). José (pai adotivo de Jesus) casou-se com Maria, mãe de Jesus. Clopas casou-se com uma mulher também chamada Maria (denominada Maria de Clopas). Dessa união, nasceram os seguintes filhos: Tiago (menor); José; Judas (não é o Iscariotes); Simão (não é Simão Pedro). </p>
<p>Pois bem, os nomes de Clopas (ou Alfeu ou Cléofas) designam em grego a mesma pessoa, pois são formas gregas do nome aramaico Claphai. O mais antigo historiador da Igreja, Hegesipo (180 d.C. - Memórias) conta-nos que Clopas (ou Alfeu ou Cléofas) era irmão de São José. </p>
<p>É muito comum nas Escrituras uma pessoa ser conhecida pôr 2 ou mais nomes diversos: O sogro de Moisés é chamado Raguel (Êxodo 2, 18 a 21) e logo depois é chamado Jetro (Êxodo 3, 1). Gedeão, depois de ter derribado o altar de Baal é chamado também Jerobaal (Juizes 6, 32). Josias, rei de Judá, é chamado também Azarias (2 Reis 15, 23; 1 Crônicas 3, 12). E no Novo Testamento o mesmo Mateus é chamado Levi: ‘Viu um homem, que estava sentado na coletoria de impostos, chamado Mateus (Mateus 9, 9). “Viu a Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos (Marcos 2, 14). O mesmo que é chamado José é chamado Barsabas (Atos 1, 23)”. </p>
<p>Ainda, para melhor entendimento, é necessário esclarecer que outra família também entra neste contexto, a de Zebedeu tinha por esposa Salomé e teve os seguintes filhos: João (discípulo a quem Jesus amava) e Tiago (maior). </p>
<p>Ainda existe a família de João (Joa 21,15), que não é João o Evangelista, que era pai de Simão (que passou a se chamar Pedro) e André. </p>
<p>Esse esquema explica a íntima relação que unia as famílias de Clopas e de José. Supõe-se que São José morreu antes da vida pública de Jesus. Parece então que a virgem Maria e seu divino Filho foram para a casa de seu cunhado e as duas famílias se fundiram numa só. Quando Jesus, aos 30 anos de idade deixou sua mãe para iniciar sua vida pública, Maria sempre saía acompanhada de seus sobrinhos (a mulher oriental no judaísmo antigo não se apresentava em público sozinha, mas sempre acompanha por parentes próximos masculinos), isto explica porque nos evangelhos Maria aparece freqüentemente em companhia dos “Irmãos de Jesus”, que na verdade, não eram filhos da virgem Maria, mas sim, seus sobrinhos. </p>
<p>Estavam ao pé da cruz: </p>
<p>Segundo os Evangelhos Sinóticos: </p>
<p>Mat 27, 55-56: “Estavam ali muitas mulheres olhando de longe. Haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia a serví-lo. Entre elas Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José ( mulher de Clopas Jô 19, 25 ) e a Mãe dos filhos de Zebedeu”. </p>
<p>Mar 15, 40: “Achavam-se ali também umas mulheres, observando de longe. Entre as quais Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago (menor) e de José, e Salomé”. </p>
<p>Luc 23, 49: “Os amigos de Jesus como também as mulheres, que o tinham seguido desde a Galiléia, conservavam-se a certa distância, e observavam estas coisas”. </p>
<p>Segundo o Evangelista João: </p>
<p>Joa 19, 25: “perto da cruz de Jesus, permaneciam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas e Maria Madalena“.<br />
(Entende-se aqui que Maria de Clopas era concunhada de Maria, termo inexistente na língua hebraica. Talvez Maria de Clopas pudesse também vir a ser irmã de sangue de Maria - mãe de Jesus, porém não há como prová-lo.). </p>
<p>Enumerando as mulheres que estavam juntamente com Maria ao pé da cruz, Mateus, Marcos e João as identificam da seguinte maneira: </p>
<p>Mateus 27, 56<br />
 Marcos 15, 40<br />
 João 19, 25 </p>
<p>Maria, mãe de Tiago e de José;<br />
 Maria, mãe de Tiago Menor e de José;<br />
 a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Clopas </p>
<p>Maria Madalena;<br />
 Maria Madalena<br />
 Maria Madalena </p>
<p>a mãe dos filhos de Zebedeu.<br />
 Salomé </p>
<p>Por aí se vê que a mesma Maria que é apresentada por São João como tia de Jesus (Irmã de sua mãe) é apresentada por São Mateus e São Marcos como mãe de Tiago menor e de José. E é claro que não se trata de Maria Salomé, que é a mãe dos filhos de Zebedeu e, portanto, é mãe de Tiago Maior. </p>
<p>Tiago (maior) e João: </p>
<p>Mar 10,35: “Aproximaram-se de Jesus Tiago e João, filhos de Zebedeu e disseram-lhe: ‘Mestre, queremos que nos concedas tudo o que te pedirmos”. </p>
<p>Mat 20, 20: “Nisto, aproximou-se à mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos e prostrou-se diante de Jesus para lhe fazer uma súplica”.<br />
(Trata-se de Salomé, mulher de Zebedeu). </p>
<p>Relação dos Apóstolos: </p>
<p>Luc 6, 14-16: “Simão, a quem deu o sobrenome de Pedro, André, seu irmão, Tiago, João, Felipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Simão, chamado zelador, Judas, irmão de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que foi o traidor”. </p>
<p>Mat 10, 2-4: “Eis os nomes dos doze apóstolos: o primeiro, Simão, chamado Pedro, depois André, seu irmão. Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Felipe e Bartolomeu. Tomé e Mateus, o publicano. Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu. Simão, o cananeu e Judas Iscariotes, que foi o traidor”.<br />
(Tadeu é o Judas que não é o Iscariotes). </p>
<p>Mar 3, 16-19: “Escolheu estes doze: Simão, a quem pôs o nome de Pedro, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, aos quais pôs o nome de Boanerges, que quer dizer, filhos do trovão. Ele escolheu também André, Felipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão o zelador, e Judas Iscariotes, que o entregou”. </p>
<p>Jesus foi filho único? </p>
<p>Luc 2, 41-46: “Seus Pais iam todos os anos a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando o menino completou doze anos, segundo o costume, subiram para festa. Terminados os dias, eles voltaram, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, andaram o caminho de um dia, e puseram-se a procurá-lo entre os parentes e conhecidos, e não o encontrando, voltaram a Jerusalém à sua procura. Três dias depois, eles o encontraram no templo, sentado em meio aos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”. </p>
<p>Comentário: Os dias de festa da Páscoa eram 7 (sete), contando os dias de viagem de ida e volta, a Sagrada Família deve ter ficado cerca de quinze dias fora de casa. Ora, Maria e José não podem ter deixado no lar, por tanto tempo, filhos pequenos, donde se conclui, logicamente, que aos doze anos de idade Jesus era filho único.<br />
Por que nunca os evangelhos chamam os “irmãos de Jesus” de “filhos de Maria” ou de “José”, como fazem em relação ao Nosso Senhor? E como, durante toda a vida da Sagrada Família, o número de seus membros é sempre três? A fuga para o Egito, a perda e o encontro de Jesus no Templo, etc… </p>
<p>Joa 19, 26-27: “Jesus, então, vendo sua mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse a sua mãe: mulher, eis o teu filho! Depois disse ao discípulo: eis a tua mãe! E a partir dessa hora, o discípulo a recebeu em sua casa”.Comentário: Jesus ao morrer confiou sua mãe a João evangelista, filho de Zebedeu, membro de outra família. Este gesto seria incompreensível se Maria tivesse outros filhos em casa, já que segundo a lei de Moisés teria que ficar aos cuidados do filho mais velho. Jesus é dito “suposto filho de José” em Luc 3, 23; é dito “o filho de Maria” (com artigo) -”uiós Marias”, em Mar 6, 3. O Evangelho nunca diz: “A mãe de Jesus e seus filhos”, embora isto fosse natural se ela tivesse outros filhos (ver Mar 3, 31-35 e Ato 1, 14).</p>
<p>Objeções para a virgindade de Maria </p>
<p>1) “Antes de coabitarem” (Mat 1, 18): </p>
<p>“… Antes de coabitarem, ela concebeu por obra do Espírito Santo”. </p>
<p>Comentário: Com esta expressão, o Evangelista dá a entender que a concepção virginal de Cristo se deu antes que a Virgem Maria estivesse vivendo na casa de seu castíssimo esposo. O que não significa que tenham coabitado depois. Como alguém que diz, fulano estava dormindo e morreu antes de acordar. Não significa que depois tenha acordado. Que não houve coabitação se constata também quando o mesmo Evangelista narra que São José, percebendo que sua esposa concebera, não conhecendo o mistério, mas não querendo difamá-la, resolveu “rejeitá-la secretamente”. Mas o anjo do Senhor apareceu-lhe em sonhos tranqüilizando-o e aconselhando-o a recebê-la em casa, porque ela concebera por obra do Espírito Santo ( Mat 1, 20-24 ). </p>
<p>2) Expressões “Até que…” ou “Até o dia em que…” (Mat 1, 25): </p>
<p>“Mas não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus”.- Dando a entender que São José a teria conhecido após o Nascimento de Jesus. </p>
<p>Leiamos também os seguintes textos sagrados: </p>
<p>2 Sm 6, 23: “E Micol, filha de Saul, não teve filhos até o dia da sua morte”.<br />
Comentário: Ninguém deduziria daí que os teve depois da morte. </p>
<p>Sal 110, 1: “Oráculo de Iahweh ao meu Senhor: senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos como escabelo de teus pés”.<br />
Comentário: Isto não significa que depois de vencidos os inimigos o Messias deixará de se sentar à direita do pai. </p>
<p>Gên 28, 15: “Eu estou contigo e te guardarei em todo lugar aonde fores, e te reconduzirei a esta terra, porque não te abandonarei enquanto não tiver realizado o que te prometi”.<br />
Comentário: e depois que Iahweh realizar aquilo que prometeu o abandonará? </p>
<p>Gên 8,7: “O corvo de Noé soltou após o dilúvio, Não voltou à arca até que as águas secassem”.<br />
Comentário: Isso não quer dizer que, depois do dilúvio, o corvo voltou à arca”. </p>
<p>Mat 28, 20: “E ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que Eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.<br />
Comentário: E depois da consumação dos séculos não estará mais conosco? </p>
<p>Esclarecimento </p>
<p>A expressão “até que” (ou “até o dia em que”) corresponde ao grego “Heos Hou”, ao hebraico “Ad ki” e ao latim “donec”. Esta partícula na Escritura ocorre para designar apenas o que se deu (ou não se deu) no passado, sem indicação do que haveria de acontecer no futuro. </p>
<p>Nota: Às vezes, edições mais recentes da Bíblia substituem o “até que” por “a fim de que”, “sem que”, “sem” ou semelhante. Mas o caso é sempre o mesmo. </p>
<p>3) “O seu filho primogênito” (Luc 2, 7): </p>
<p>“E ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o com faixas e reclinou-o numa manjedoura,…”. </p>
<p>Esclarecimento </p>
<p>O termo primogênito não significa que a mãe de Jesus tenha tido outros filhos após ele. Em hebraico “Bekor“, que quer dizer primogênito, podia significar simplesmente o bem-amado, pois o primogênito é certamente aquele dos filhos no qual durante certo tempo se concentra todo amor dos pais; além disso, o primogênito era considerado pelos Hebreus, como de especial amor da parte de Deus, pois devia ser consagrado ao senhor desde os seus primeiros dias. ( cf. Lc 2, 22; Ex 13, 2; Ex 34, 19 ) e ele devia cumprir, logo no 1º mês, a lei do resgate. (Núm. 18,16) Essa lei não esperava pelo segundo filho para que o primeiro fosse tido e tratado por toda vida como primogênito. </p>
<p>Vejamos os seguintes textos sagrados: </p>
<p>Êxo 13, 2: “Consagra-me todo primogênito, todo o que abre o útero materno, entre os filhos de Israel. Homem ou animal será meu”. </p>
<p>Êxo 34, 19: “Todo o que sair por primeiro do seio materno é meu: todo macho, todo primogênito das tuas ovelhas e do teu gado”. </p>
<p>Zac 12, 10: “Derramarei sobre a casa de Davi e sobre todo habitante de Jerusalém um Espírito de Graça e de Súplica, e eles olharão para mim. Quanto àquele que eles transpassaram, eles o lamentarão como se fosse a lamentação de um filho único; eles o chorarão como se chora sobre o primogênito“. </p>
<p>Comentário: a palavra primogênito podia ser sinônima de “unigênito”, pois um e outro vocábulo na mentalidade semita designam o bem amado. Mesmo fora da Terra de Israel, podia chamar-se primogênito o menino que não tivesse irmão nem irmã mais jovem. É o que atesta uma inscrição sepulcral judaica datada de 5 a.C. e descoberta em Tell-el-Yedouhieh ( Egito ), no ano de 1922. Lê-se nela que uma jovem chamada Arsinoé morreu “nas dores do parto do seu filho primogênito” </p>
<p>4) “Todo macho que abre o útero” (Luc 2, 23): </p>
<p>“Conforme está escrito na lei do Senhor: todo macho que abre o útero será consagrado ao senhor”, (Leia também Êxo 13, 2.12.15). </p>
<p>Comentário: Utiliza-se este trecho da Sagrada Escritura para argumentar que Maria não teria sido virgem no parto, pois nesse texto, São Lucas aplica a Jesus “o macho que abre o útero”, a isto responde-se: esta expressão “O macho que abre o útero” ou, conforme outra tradução, “O filho que abre o seio materno” é clássica da lei de Moisés para designar o primeiro (ou também o único) filho. Tais palavras não têm em vista um fenômeno fisiológico, mas apenas a posição jurídica do filho na família. </p>

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		<title>NOSSA SENHORA AUXILIADORA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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Contemplar com Maria o Rosto de Cristo.</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Maria faz parte da história da salvação, porque o “Senhor olhou para a sua serva e nela operou grandes maravilhas” (Lc 1,48-49).</p>
<p>Somente Maria cooperou nos momentos decisivos da obra da salvação realizada por seu Filho Jesus. Donde a nossa imorredoura dívida de gratidão para com Ela, celebrando-lhe a glória e amando-a com todas as veras da alma.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Deus, em sua infinita misericórdia para com todos nós, quis que existisse uma mãe, a mesma Virgem Maria, mãe do Filho de Deus feito homem, Mãe da Igreja, e nossa Mãe Maria, Auxiliadora de todos os cristãos.</p>
<p>Por isso hoje nos reunimos aqui para ficarmos junto de Nossa Senhora por alguns minutos. Cantando vamos fazer nossa consagração à Maria.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Maria, nossa mãe de fé, mulher que cumpriu com toda perfeição a vontade do Pai, declarada “Bem-Aventurada e Bendita entre as mulheres”, pois antes de dar a luz à Jesus, carregou em seu seio o corpo de Cristo, reconhecendo a maternidade messiânica; éramos nós que estávamos sendo gerados em Jesus no seio de Maria. Pois nela o Senhor assumiu a nossa fraqueza, fez-se carne e se entregou por nós: “Isto é o meu corpo dado por vós”.</p>
<p>Por isso, Mãe Virgem, eleita por Deus entre todas as criaturas, ajuda-nos a agradecer ao Senhor por sermos filhos seus.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir.</p>
<p>Leitor 1: Mãe é fonte de vida e de felicidade. É experiência amorosa de Deus em nosso lar, no aconchego da família. Do Deus que é vida em plenitude e sempre comunicante, que é amor e unidade.</p>
<p>Leitor 2: Em silêncio Maria escutou tudo aquilo que Deus lhe falou, conservando o seu coração disponível ao dom do amor. És cheia de graça Maria, pois Deus te amou e escolheu para ser a mãe do Salvador. Maria és feliz porque creste. Assim a saudou Isabel: “Bendita entre todas as mães porque és a mãe do Senhor”.</p>
<p>Todos: Maria, somos teus filhos e todos irmãos, cremos que nos unes em família, a família do teu Jesus. Cremos por tua causa, em nossa fraternidade em Cristo.</p>
<p>Dirigente: Crer é comprometer-se. Diante do mistério revelado da imensa bondade do nosso Pai que, em Maria, mãe de misericórdia, nos sorri e nos acena, com quem nos comprometemos e com o que nos comprometemos?</p>
<p>Todos: Queremos nos comprometer com o amor de Maria.</p>
<p>Leitor 3: Queremos a exemplo de Maria e, ajudados por ela, olhar e servir melhor o Cristo: no doente, no sofredor, no deficiente físico, no frustrado, no pobre, no marginalizado, no irmão que está ao lado, na pessoa que não nos compreendem, no carente de afeto, no ancião…</p>
<p>Todos: Queremos nos comprometer com o amor de Maria.</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Cantemos…</p>
<p>Canto: Maria de Nazaré.</p>
<p>Dirigente: Agora façamos nossos pedidos a Deus, pedindo a intercessão de nossa querida mãe! A resposta de cada pedido será:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria nossa mãe, atendei a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: (De joelhos) Rezemos uma dezena do terço.</p>
<p>Todos: Ave Maria,…</p>
<p>Dirigente: Vamos encerrar nossa novena de hoje cantando.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Segundo Dia<br />
Bendito o Fruto em Ti Gerado.<br />
Homem Divino, Deus Revelado.</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) É com alegria que nos encontramos aqui para o segundo encontro desta novena dedicado à Nossa Senhora.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Esta noite vamos oferecer a novena por todas as pessoas idosas da nossa comunidade. Cantando vamos fazer nossa consagração à Maria.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Desde os primeiros momentos, Deus se apresentou à alma de Maria com todos os encantos, com toda perfeição, e o coração de Maria não vacilou um só momento, orientou-se para Deus e nunca se desviou d’Ele.</p>
<p>E a vida de Jesus foi gerada e crescendo no ventre materno sob o impulso da graça do próprio Deus que está em Jesus Eucarístico, que é a nossa força e o nosso alimento para nos sustentar na caminhada, pois: “Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Hoje vamos refletir algumas passagens, revivendo junto com Maria o mistério da vinda de Jesus.</p>
<p>Leitor 1: O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, à Virgem Maria, noiva de José, descendente do Rei Davi. Entrando, o Anjo saudou-a com estas palavras: “Ave, ó cheia de graça! O Senhor está contigo; tu és bendita entre todas as mulheres”. Maria ficou perturbada, pensando no motivo de tão estranha saudação. Mas o anjo disse-lhe: “Não tenhas receio, Maria; pois tu agradaste ao Senhor. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande, e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o reinado eterno prometido a Davi, e Ele reinará para sempre sobre o Povo de Deus; e seu reino não terá fim” (Lc 1,26-33).</p>
<p>Dirigente: Saudemos a Virgem Maria com as mesmas palavras com que o anjo de Deus a saudou.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: O Verbo de Deus existia desde o princípio, e Ele estava eternamente junto de Deus, e Ele mesmo era Deus. Todas as coisas foram feitas por meio d’Ele, e nada foi feito sem Ele (Jo 1,1-3).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: Assim profetizou Isaias: “Eis que o Senhor vos dará um sinal de sua salvação: uma virgem conceberá e dará à luz um filho; seu nome será Emanuel, o que significa: ‘Deus conosco’” (Is 7,14).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou ao mundo o seu Filho que nasceu de uma mulher, a fim de remir os homens, para que recebêssemos a sua adoção de filhos de Deus (Gl 4,4-5).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 1: Maria perguntou ao anjo: “Como terei um filho? Pois eu consagrei minha vida a Deus na virgindade?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti e conceberás pelo poder de Deus. Por isso, o Santo Filho que nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 34-35).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: Então Maria respondeu: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto de teu ventre (Lc 1,42).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: Bem-aventurada és tu, Maria, porque creste; pois que se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas (Lc 1,45).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 1: Tu és a glória de Jerusalém; tu és a alegria de Israel; tu és a honra de nosso povo. Deste prova de alma corajosa e coração generoso; amaste a virgindade, e te tornaste mãe virginal do Salvador. Por isso o Senhor te abençoou e serás eternamente bendita (Jt 15,10-11).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: Vós sois grande e bendita entre todas as criaturas, ó Maria porque sendo concebida sem pecado, sem pecado vivestes; sempre fostes serva fiel, sempre dissestes “sim” à vontade de Deus.</p>
<p>Agora, pois, alcançai para os homens, vossos filhos, a graça de serem também eles servos fiéis até à morte.</p>
<p>Todos: Amém.</p>
<p>Dirigente: Glória ao Pai que nos enviou seu Filho! Glória ao Filho que se fez homem como um de nós! E Glória ao Espírito Santo que desceu sobre a Virgem!</p>
<p>Todos: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.</p>
<p>Dirigente: Chegou o momento de fazer os nossos pedidos a Deus. A cada pedido vamos responder:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria, atende a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Encerrando a nossa novena de hoje, vamos cantar à Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Terceiro Dia<br />
Mãe Auxiliadora a Todos Ilumina, com Vosso Filho,<br />
Luz Divina.</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) É com muita alegria que nos reunimos aqui para mais um encontro com Nossa Mãe Maria.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Esta noite vamos oferecer a novena por todos as crianças de nossa comunidade. Vamos nos consagrar à Maria cantando.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Mãe de Deus e nossa mãe, vinde em nosso auxílio, ensinai-nos a procurar Jesus Eucarístico, nos momentos difíceis de nossas vidas, para não entrarmos em desânimo.</p>
<p>A Eucaristia é o sol do universo, fonte de luz que purifica o entendimento, voltando o nosso coração e a nosso mente para Deus, em unidade com o Filho e o Espírito Santo.</p>
<p>Neste voltar, a luz de Deus vai penetrando em todo nosso interior e a pessoa de Jesus vai tomando forma em nós, e assim, como o modelo de nossa Mãe Maria, vamos colocando em nossas vidas todos os ensinamentos cristãos que nos levam a nos aproximarmos mais de Deus e de nossos irmãos.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir algumas passagens da vida de Maria junto a José e Jesus.</p>
<p>Leitor 1: Naqueles tempos, apareceu um decreto do imperador romano ordenando fazer o recenseamento geral de todo império. Todos iam alistar-se, cada um em sua cidade natal. Também José subiu na Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, para recensear-se com sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E ela deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o numa manjedoura, porque não haviam encontrado lugar em hospedaria (Lc 2,1-7).</p>
<p>Dirigente: Saudemos a Virgem Maria, Mãe de nosso Salvador, assim como o anjo de Deus saudou na anunciação.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. A soberania repousa sobre seus ombros, e Ele se chama “Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Is 9,5).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: Assim fala o Senhor pelo Profeta Isaias: “Eis que o Senhor proclama até os confins da terra: Dizei ao meu povo: ‘Eis, aí vem o teu Salvador; eis com Ele o preço de sua vitória’” (Is 62,11).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: Apareceu a bondade de Deus nosso Salvador e o seu amor para com os homens. Eles nos salvou unicamente em virtude de sua misericórdia, e não por causa das obras de justiça que tivéssemos feito (Tt 3, 4-5).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 1: Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo seu Filho único, para que sejamos salvos e vivamos por Ele (1Jo 4,9).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: O Filho de Deus se fez homem e passou a morar entre nós. Nós vimos a sua glória, a glória que um Filho único recebe de seu Pai, cheio de graça e verdade (Jo 1,14).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: Havia nos arredores de Belém uns pastores que vigiavam e guardavam os seus rebanhos nos campos durante as horas da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória de Deus brilhou ao redor deles. E o anjo disse-lhes: “Eu vos anuncio uma notícia feliz, que será motivo de alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. Eis como o reconhecereis: achareis um menino recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura” (Lc 2,8-12).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: De repente apareceu junto do anjo uma multidão de anjos que louvavam a Deus e diziam: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra paz aos homens a quem Deus quer bem” (Lc 2,13-14).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…                                                                                                                                          </p>
<p>Leitor 1: Os pastores foram com pressa, acharam Maria e José e o menino deitado numa manjedoura. E, ao voltar, louvaram e glorificaram a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto (Lc 2,16-20).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: Tendo Jesus nascido em Belém de Judá, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém. Perguntavam eles: “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? Nós vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. E prostrando-se diante d’Ele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes ouro, incenso e mirra (Mt 2,1-2.11).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: Mãe de Jesus, vosso Filho é o Filho de Deus que veio ao mundo. Ele é a luz verdadeira que ilumina a todo o homem. Ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Aqueles, porém, que crêem nele – os humildes e simples e os de boa vontade, como os pastores de Belém e os magos do Oriente – a estes, que o receberam com fé, Ele dá o poder de se tornarem filhos de Deus. Maria, Mãe de Jesus, ensinai-nos a ser humildes e desapegados de nós e do mundo, para que o Filho de Deus feito homem habite sempre entre nós.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: Glória ao Pai, que por amor nos enviou seu Filho! Glória ao Filho, que se tornou homem e habitou entre nós! E Glória ao Espírito Santo, que santifica e alegra os humildes e conforta os pobres!</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: Com a reflexão destas leituras, vamos fazer alguns comentários:</p>
<p>– Como está o nosso amor de filhos em relação a Nossa Senhora?</p>
<p>(dar tempo para comentários espontâneos).</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Vamos cantar… (canto a escolher).</p>
<p>Dirigente: Agora faremos nossos pedidos a Deus respondendo:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria, atendei a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Vamos todos juntos nos dirigir a Nossa Senhora dizendo:</p>
<p>Todos: “Deus fez de Maria a Mãe de seu filho encarnado, e Jesus quis dar-nos Maria como nossa Mãe. Obrigado Senhor, por esse dom! De nossa parte queremos assumir Maria em nossas vidas!”</p>
<p>Dirigente: Vamos encerrar nossa novena de hoje cantando.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Quarto Dia<br />
Maria Nossa Mãe, “Mulher Eucarística”</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Queridos irmãos e amigos! Estamos juntos para celebrar o quarto dia do nosso encontro. (Em pé) Vamos iniciar invocando a Santíssima Trindade, cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Estamos juntos aqui para renovar o amor e os dons que Deus nos deu. Trazemos neste instante o motivo principal desta nossa celebração: espelhados no exemplo de Maria, vamos descobrindo a beleza e a profundidade do chamado de Deus. Consagramos à Maria cantando.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Nós cristãos, devotos de Nossa Senhora, vemos Maria como a mãe da Igreja. Imaculada é a mulher Eucarística por excelência, para aprender dela a receber com dignidade o Corpo o Sangue, a Alma e a Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p>Podemos reafirmar que Maria é “Mulher Eucarística” na totalidade da sua vida. A Igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-la também na sua relação com este mistério santíssimo (Ecclesia de Eucharistia, 53).</p>
<p>De um modo especial neste ano Eucarístico, pedimos a Nossa Senhora que interceda por nós e nos ajude a imitá-la, buscando o alimento da vida eterna que é a própria Eucaristia.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir.</p>
<p>Leitor 1: A Imaculada Conceição não ficou livre da dor, das provocações e da luta para mostrar-se sempre fiel a Deus e corresponder à sua altíssima vocação e missão. Para Maria, vale também a lei do Evangelho: A quem Deus muito deu, muito lhe será cobrado (Lc 12,48).</p>
<p>Todos: Maria, ajudai-nos a nos afastar do pecado para viver a liberdade de filhos de Deus.</p>
<p>Leitor 2: A diferença entre Nossa Senhora e nós é que Maria nasceu Imaculada e toda cheia de graça. Nós que fomos também predestinados a sermos imaculados no amor (Ef 1,3), pouco a pouco, vamos nos transformando, com a graça de Deus, em “homens novos”.</p>
<p>Todos: Ó Maria Imaculada, intercede por nós e ajuda-nos em nossa caminhada a fim de que nós também nos tornemos livres no amor de Deus!</p>
<p>Leitor 3: Diz o Documento de Puebla (298): “A Imaculada Conceição apresenta-nos em Maria o rosto do homem novo, redimido por Cristo, no qual Deus recria ainda mais admiravelmente o projeto do paraíso”.</p>
<p>Todos: Maria nossa mãe, ajudai-nos ser cada dia mais parecidos contigo na liberdade dos filhos de Deus, na beleza interior da pureza e da bondade, na santidade de uma vida consagrada, para que todos vivam, e vivam em abundância.</p>
<p>Leitor 4: Ó Imaculada e mestra da vida autêntica, ajudai-nos a nos lembrar que somos criados para o amor. Mostra-nos como desenvolver plenamente nossa personalidade humana na abertura para Deus, na colaboração com Deus!</p>
<p>Todos: Ó Nova Aurora, Maria da Salvação. Desperta-nos para o ideal de santificação. Acorda-nos para aquele ideal que Deus depositou em nossa vocação de verdadeiros cristãos.</p>
<p>Dirigente: Diante desta reflexão a Nossa Senhora, vamos nos colocar em pé e cantar.</p>
<p>Canto: Imaculada Maria do Povo.</p>
<p>Dirigente: Façamos nossos pedidos a Deus, respondendo:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria Nossa Mãe, nós te pedimos: atendei a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Maria Imaculada não é apenas um sinal de esperança, Ela é um sinal vivo do que pode a graça de Deus em nós! Sua preocupação é reproduzir em nós as feições do seu Filho Jesus, fonte e autor de toda santidade. Vamos encerrar nossa novena de hoje cantando.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Quinto Dia<br />
Mãe Auxiliadora Que Nos Leva A Jesus Eucarístico</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Hoje é o quinto dia que estamos nos reunindo aqui para a novena dedicada a Nossa Senhora. (Em pé) Iniciemos nosso encontro invocando a Santíssima Trindade, cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Como estrela radiosa da manhã, Maria começa com amor sua peregrinação de fé, de esperança e de amor, rumo ao céu. Consagramos nossa vida à Maria cantando.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) A virgem Maria deu-se a si mesma e nos deu aquele que amava mais que a sua própria vida, seu Filho Jesus, porque nos ama profundamente. Foi esse amor que a convidou a sofrer por nós e a entregar seu Filho para que nós fôssemos salvos. Maria nos amou e nos ama como filhos e se deu a nós como mãe.</p>
<p>Bem antes de receber o sacramento da Eucaristia, Maria já era a grande Adoradora Eucarística. Como nos ensinou João Paulo II, “Maria praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a Eucaristia, quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de Deus”.</p>
<p>A Eucaristia, ao mesmo tempo em que evoca a Paixão e a Ressurreição, coloca-se no prolongamento da Encarnação (Ecclesia de Eucharistia, 55).</p>
<p>A devoção a Maria sendo bem vivida nos conduzirá a Eucaristia, pois a verdadeira Adoração Eucarística tem um singelo sentido Mariano.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir.</p>
<p>Leitor 1: Como a terra boa da parábola do semeador, Maria ouve a Palavra com o coração reto e bom, vive segundo esta Palavra e produz fruto pela perseverança.</p>
<p>Todos: “Felizes os que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (Lc 11,8).</p>
<p>Leitor 2: E assim Maria, “por obra e graça do Espírito Santo”, se torna o paraíso de Deus no meio dos homens.</p>
<p>Todos: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14).</p>
<p>Leitor 3: Em Maria tudo se refere a Cristo e tudo Nele depende. Maria se torna, então, “a tenda de Deus com os homens”. Toda a existência de Maria é uma plena comunhão com seu Filho Jesus.</p>
<p>Todos: Maria é toda de Cristo, com Cristo e para Cristo.</p>
<p>Leitor 4: Todo o serviço que Maria presta aos homens consiste em abrir o Evangelho e nos convidar a obedecer Jesus.</p>
<p>Todos: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5).</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Vamos fazer os nossos pedidos (espontâneos), respondendo:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria, atende a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Juntos vamos rezar três Ave-Marias.</p>
<p>Todos: Ave Maria,…</p>
<p>Dirigente: Vamos encerrar nossa novena de hoje cantando.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Sexto Dia<br />
Maria nos Traz Jesus Menino e Jesus se dá no Pão e Vinho</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Estamos hoje iniciando o sexto dia de encontro pessoal com Nossa Mãe Maria. (Em pé) Vamos iniciar invocando a Santíssima Trindade, cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Em silêncio por alguns instantes, vamos pensar para quem particularmente gostaríamos de oferecer esta noite de oração. Vamos pensar em uma pessoa que eu ofendi ou fui ofendido por ela! Que pessoa eu ainda não aprendi a amar como cristão que sou?</p>
<p>Uma maneira muito recomendada pela Igreja, de firmarmos nosso compromisso com Maria, nossa vontade de acolhermos para sempre “em nossa casa” é a consagração. Consagrar-se a Maria é reconhecer e aceitar o papel que, por vontade de Deus, Ela exerce na história da salvação, na vida de cada um de nós. Por isso, cantemos.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Em seu filho Jesus, a virgem de Nazaré via uma criança como as demais. Jesus crescia em tamanho e graça diante de Deus e dos homens.</p>
<p>Maria via Jesus como um jovem mais adiantado, logo um homem maduro; na sua fé via n’Ele o verdadeiro filho de Deus.</p>
<p>Finalmente o viu morto nos braços da cruz, mas sua fé não vacilou e esperou com confiança o dia da Ressurreição em que se manifestou abertamente a divindade de Jesus.</p>
<p>E Maria, com a sua coerência, demonstrava aos cristãos da primeira hora a necessidade da fração do pão; daí notamos que a devoção eucarística tem em Maria o seu modelo insuperável. Desde as primeiras celebrações eucarísticas Maria amou a santa missa, cuidou dos ritos, incentivou a perseverança dos cristãos, afinal ela foi o primeiro sacrário da história. Por isso, o povo cristão teve sempre uma ligação profunda entre a devoção à Virgem Santíssima e o culto a Eucaristia. Maria conduz os fiéis à Eucaristia (Redemptoris Mater, 44).</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir.</p>
<p>Consagrar-se a Maria não é simplesmente fazer um gesto de piedade filial para com ela. A consagração é uma entrega que traz conseqüências. Consagrarmo-nos a Maria para viver melhor nossa consagração batismal a Deus. Isto significa:</p>
<p>– Renunciar a tudo que nos afasta de Deus e dos irmãos (pecado).</p>
<p>– Assumir de verdade Jesus Cristo.</p>
<p>Todos: Pertencemos ao Senhor! Somos filhos de Deus. Templos vivos ungidos pelo Espírito Santo e temos Maria nossa mãe como modelo de vida.</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Vamos ouvir o Evangelho de São João (19, 25-27).</p>
<p>Leitor 1: Perto da cruz de Jesus, permaneciam em pé sua mãe, a irmã de sua mãe Maria, mulher de Cleofas e Maria Madalena. Jesus então vendo a sua mãe e perto dela o discípulo a quem amava, disse a sua mãe: “Mulher eis o teu Filho”. Depois, disse ao discípulo: “Eis aí a tua mãe”. E, a partir dessa hora, o discípulo a recebeu em sua casa. Palavra do Senhor.</p>
<p>Dirigente: Nesse episódio do Calvário, duas pessoas são particularmente importantes para Jesus: sua Mãe e o discípulo a quem Ele amava. Neles dois estava representada toda a Igreja, todos nós… Com efeito, quem é o discípulo amado de Jesus?</p>
<p>Todos: O discípulo amado de Jesus é todo aquele que o segue carregando generosamente a cruz de cada dia. Este sim, recebe como Mãe a própria mãe de seu mestre e Senhor.</p>
<p>Dirigente: E quem é a Mãe de Jesus?</p>
<p>Todos: “Minha mãe, disse o Senhor, é aquela que deve e cumpre a Palavra de Deus”. Assim foi Maria. Assim devemos ser todos nós.</p>
<p>“Eis a tua Mãe”, “Eis o teu Filho”.</p>
<p>Neste testamento de Jesus há uma dupla entrega. Jesus entrega Maria ao discípulo, e entrega o discípulo a Maria… Foi aí neste momento que começou a história de nossa devoção à Maria. Diz o evangelista que “a partir dessa hora, o discípulo a tomou consigo, levando-a para sua casa”. Também nós um dia levamos Maria para nossa casa, em nossa vida pessoal e comunitária.</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Vamos rezar uma Ave-Maria.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: Queremos neste momento agradecer a Deus, por sua Mãe Maria, a qual nos deixou o exemplo de mulher ativa, mãe compreensiva e acima de tudo obediente aos ensinamentos de Jesus. Vamos encerrar nossa novena de hoje cantando.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Sétimo Dia<br />
“Fazei Tudo o que Ele Vos Disser”</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Iniciamos hoje a nossa novena, invocando a Santíssima Trindade, (em pé) cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: Maria, vós não tivestes outro ideal na vida do que ser a servidora do Senhor e intercessora de seus filhos. Queremos nos consagrar a vós para continuarmos nesta profunda amizade e afeto de verdadeiros filhos seus. Cantemos.</p>
<p>Canto: Consagração a Nossa Senhora.</p>
<p>Dirigente: (transparência) Maria viveu toda a sua existência em plena comunicação com o seu Filho, foi a fiel acompanhante do Senhor em todos os seus caminhos!</p>
<p>Foi a Medianeira para que a comunidade cristã recebesse a efusão do Espírito Santo. Maria é a obra-prima do Espírito Santo; foi Ele quem a cobriu com a sua sombra durante toda a sua vida, infundindo nela a fé, esperança e caridade.</p>
<p>Maria é a portadora da luz; Maria é o sinal que nos garante que estamos indo pelo bom caminho, é a nossa intercessora direta junto a Deus.</p>
<p>Maria nos prepara para o nosso encontro com Deus!</p>
<p>Dirigente: (Sentados) A nossa reflexão de hoje é o Rosário de Maria.</p>
<p>Em todos os mistérios do terço nos deparamos com a vida de Maria, de Jesus e dos que os acompanharam de perto.</p>
<p>Leitor 1: A anunciação do Anjo Gabriel a Maria, nos leva a refletir que em nossa vida, nós também podemos anunciar o nascimento de Jesus e aceitá-lo em nossos corações, dizendo “sim” como Maria, ficar felizes e exultar de alegrias como sua prima Isabel.</p>
<p>Vamos nos apresentar diante de nossa comunidade com a luz do nosso Batismo sempre a iluminar o nosso caminho! Amém.</p>
<p>Todos: Ave-Maria…</p>
<p>Leitor 2: Quando Jesus é batizado por João Batista no Rio Jordão, Ele nos deixou o valor de sermos filhos de Deus e do Deus que se fez homem como nós. Nas Bodas de Caná, Jesus nos apresenta Sua Mãe como verdadeira intercessora por nós, e nos anuncia o seu Reino que é o Reino de amor e liberdade. E nos deixa a Eucaristia como sustento para nossa vida.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: Na agonia de Jesus no Horto das Oliveiras, pensemos nas angústias de nosso dia-a-dia e peçamos à nossa querida Mãe o seu auxílio. Pela flagelação e dores de Jesus, nós possamos carregar a nossa cruz, seguindo o seu exemplo sem desanimar, mas com forças para continuar até o fim. Amém.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: Com a ressurreição de Jesus, que nós possamos ressurgir para uma vida nova, sem tristezas e intrigas, com a certeza de que com a sua ascensão, recebemos o Espírito Santo sobre cada um de nós, tirando-nos o medo de aceitar e anunciar Jesus. E, com a assunção de Maria ao céu, nossa mãe interceda por todos nós aqui reunidos para que possamos coroar-te nesta e na outra vida. Amém.                                                                                                                                       Todos: Ave-Maria,…                                                                                                                                            Dirigente: (Em pé) Vamos fazer nossas preces. A cada pedido responderemos:                                                                 Todos: Senhor, por intercessão de Maria, atende a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Agradecemos a Deus por sua Mãe Maria, a qual nos deixou o exemplo de mulher amiga, compreensiva e acima de tudo obedientes aos ensinamentos de Jesus.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Oitavo Dia<br />
Maria Auxiliadora nos Leva a Amar Jesus</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Iniciamos hoje o oitavo dia da nossa novena. Honremos a Virgem Mãe do Salvador, que viveu sempre no amor de Deus e do próximo. (Em pé) Vamos invocar a Santíssima Trindade, cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: (transparência) Invocar Maria como auxílio dos cristãos não é senão expressar com palavras o que a Celestial Mãe faz em nós com suas obras.</p>
<p>Realmente, Maria é grande auxiliadora do povo cristão que dela recebe a proteção contra as adversidades, o consolo em seus sofrimentos, a fortaleza nas horas amargas.</p>
<p>Maria no momento do “sim” ao anjo Gabriel confiava plenamente em Deus, pois foi eleita para essa missão.</p>
<p>Ao receber em seu seio a salvação o Deus Filho, a santidade de Maria foi plenificada, se tornou a vencedora do mal, pois concebeu Jesus Cristo, vencedor da morte, vitorioso na vida e presente na Eucaristia.</p>
<p>Dirigente: (Sentados) Vamos refletir.</p>
<p>Leitor 1: “Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Eu não dou a paz como o mundo a dá. Não se perturbe o vosso coração nem se atemoriza. Se me amais, certamente vos haveis de alegrar que Eu vou para junto do Pai, porque junto do Pai Eu estou glorificado” (Jo 14,27-28).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: “Como meu Pai me ama, assim também Eu vos amo; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor… Eu vos digo isto para que a minha alegria esteja em vós; e a vossa alegria seja completa…” (Jo 15,9-11).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 3: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como Eu vos amo… Vós sois meus amigos se fazeis o que vos mando. Já não vos chamo servos, porque um servo não conhece os segredos do seu senhor. Mas chamei-vos amigos, porque vos revelei tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15, 12-15).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 4: Em sua despedida dos anciãos da Igreja de Éfeso, disse-lhes São Paulo: “Em tudo eu vos mostrei pelo exemplo que convém trabalhar para ter com que ajudar também aos fracos e pobres, e lembrar-se das palavras do Senhor Jesus, pois Ele mesmo declarou: ‘A gente tem maior felicidade em dar do que em receber’” (At 20,35).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Leitor 2: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: amarás teu próximo como a ti mesmo. Nestes dois mandamentos se resume toda a lei e o ensinamento dos profetas” (Mt 22,37-40).</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Vamos fazer nossas preces (espontâneas). A cada pedido responderemos:</p>
<p>Todos: Senhor, por intercessão de Maria, atende a nossa prece.</p>
<p>Dirigente: Vamos cantar a Nossa Senhora (canto a escolher).</p>
<p>Dirigente: Encerrando a nossa novena de hoje, oremos:</p>
<p>Todos: À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus; não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>
<p>Nono Dia<br />
Maria Coroada no Céu, És Amada Por Todos Nós,<br />
Teus Filhos</p>
<p>Dirigente: (Boa Noite) Reunimo-nos hoje para encerrar, na oração e no compromisso com Maria, as celebrações e homenagens que lhe oferecemos durante esse mês. Invoquemos a Santíssima Trindade, (em pé) cantando.</p>
<p>Canto Inicial: Deus Trino (Em nome do Pai…).</p>
<p>Dirigente: (transparência) Quando Pio XII consagrou o mundo ao coração de Maria, expressou sua confiança de que a Santíssima Virgem devolveria a paz ao mundo, converteria os pagãos, os hereges e deste modo construiria o Reino de Deus.</p>
<p>Em tudo Maria foi fiel. Sua simplicidade, sua entrega e sua fé consciente no seu Deus não ocultaram a face de sua coragem. Por tudo isso, nós te coroamos aqui na terra e lá no céu.</p>
<p>Maria, cheia és de graça. O Senhor te encolheu para dar-nos o seu amor.</p>
<p>Deus te salve, Maria, pois da tua carne nasceu a Palavra do Pai, nasceu o Senhor. Deus te Salve, Maria que é o centro da história da humanidade; é Ela que faz o mundo avançar através do seu amor imaculado ao grande plano de Deus.</p>
<p>E coroada como Mãe do Universo, recordando o poder infinito da oferenda do seu filho Jesus que se dá no pão e no vinho a todos nós filhos seus.</p>
<p>Leitor 1: Demos lugar a Maria em nosso lar. Queremos, agora, dar-lhe para sempre o lugar que lhe compete, bem no centro de nossa vida cristã. Maria é toda de Cristo e da Igreja, toda de Deus e dos homens. Sua especialidade é levar-nos a Jesus e dedicar-nos ao serviço dos irmãos.</p>
<p>Todos: Não podemos separar Maria de Cristo e da Igreja! Nem a Igreja e Cristo de Maria! Que eles vivam sempre em nossos corações!</p>
<p>Dirigente: Na Encarnação, Cristo veio a nós por Maria. Em Caná, Jesus nos revelou a função eclesial de sua Mãe. No Calvário, antes de morrer, Ele nos deu Maria como nossa própria Mãe. Até aí foi o seu amor para conosco.</p>
<p>Hoje, encerramos os nove dias deste nosso encontro com Maria, queremos com carinho fazer nossos agradecimentos.</p>
<p>Todos: (agradecimentos espontâneos).</p>
<p>Dirigente: (Ajoelhados) Rezemos uma dezena do terço por todas as famílias de nossa comunidade.</p>
<p>Todos: Ave-Maria,…</p>
<p>Dirigente: (Em pé) Cantemos a Nossa Senhora.</p>
<p>Canto: A Escolhida.                                                                                                                                                 Dirigente: Mensagem Final.</p>
<p>Maria, ensina-nos a viver plenamente o amor, uma dimensão de doação e acolhimento. Que entendamos que amar implica em doação e renúncias feitas na alegria. Que Jesus venha ser verdadeiramente o Salvador de cada um de nós.                                                                                                                      Querida Mãe, ajuda-nos nesta caminhada e nos ensina a permanecer na paz e na esperança, mesmo quando não entendermos os desígnios de Deus em nossas vidas.</p>
<p>Canto Final: Cântico a Nossa Senhora Auxiliadora.</p>

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		<title>ANTIGA ORAÇÃO MARIANA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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Saiba qual é a mais antiga oração Mariana
“À vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas Em nossas necessidades, Mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Ó Virgem gloriosa e bendita!”. A oração “Sub tuum praesidium” (À vossa proteção) é a mais antiga oração a Nossa [...]]]></description>
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<p>Saiba qual é a mais antiga oração Mariana</p>
<p>“À vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas Em nossas necessidades, Mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Ó Virgem gloriosa e bendita!”. A oração “Sub tuum praesidium” (À vossa proteção) é a mais antiga oração a Nossa Senhora que se conhece. Encontrada num fragmento de papiro, em 1927, no Egito, remonta ao século III. Tem uma excepcional importância histórica pela explícita referência ao tempo de perseguições dos cristãos (?Estamos na provação? e ?Livrai-nos de todo perigo) e uma particular importância teológica por recorrer à intercessão de Maria invocada com o título de Theotókos (Mãe de Deus). Este título é o mais importante e belo da Virgem Santíssima. Já no século II era dirigido a Maria e foi objeto de definição conciliar em Éfeso em 431. O texto primitivo do qual derivam as diversas variações litúrgicas (copta, grega, ambrosiana e romana) é o seguinte: ?Sob a asa da vossa misericórdia nós nos refugiamos, Theotókos; não recuse os nossos pedidos na necessidade e salva-nos do perigo: somente pura, somente bendita? .</p>
<p>Fonte: Dom Hélder</p>

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		<title>AS GRANDEZAS DE MARIA NA BÍBLIA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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Fonte: site do Seminário de Campos
As Grandezas de Maria na Bíblia
1 - Que a Santa Mãe do Divino Salvador tenha recebido de Deus prerrogativas que Lhe são exclusivas, é verdade que se deduz de várias passagens da Bíblia. Para o provar, vamos examinar os vários textos sagrados, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3b4cn.th8.us+AS+GRANDEZAS+DE+MARIA+NA+B%C3%8DBLIA" title="Post to Twitter (www.3b4cn.th8.us)"></a><p>AS GRANDEZAS DE MARIA SANTÍSSIMA NA BÍBLIA </p>
<p>Fonte: site do Seminário de Campos</p>
<p>As Grandezas de Maria na Bíblia</p>
<p>1 - Que a Santa Mãe do Divino Salvador tenha recebido de Deus prerrogativas que Lhe são exclusivas, é verdade que se deduz de várias passagens da Bíblia. Para o provar, vamos examinar os vários textos sagrados, que a Ela se referem.</p>
<p>Note-se desde já que a Bíblia abre-se e se fecha (Gên. 3,15 - Apoc.12,1) sob o signo da Mulher vitoriosa e bendita, sempre em luta com o dragão.</p>
<p>2 - Eis alguns textos áureos da Bíblia Sagrada:</p>
<p>a) ?Porei inimizade entre ti e a Mulher, e entre a tua descendência e a dEla. Ela te esmagará a cabeça, e tu tentarás ferir o seu calcanhar?. (Gên. 3,15)</p>
<p>Comentário: o texto acima é a 1ª profecia da vinda do Salvador feita por Deus logo após a queda de nossos primeiros pais. Nele, ao grupo dos vencidos (Adão e Eva) Deus contrapõe o grupo dos vencedores (Jesus e sua Mãe). - A ?descendência da mulher? (no original: sêmen, prole), é, num 1º plano, Jesus Cristo; e, num 2º plano, são todos os remidos que correspondem à graça da Redenção. - O termo “Ela”, como sujeito de ?esmagará?, se refere diretamente à “prole”, a Jesus. Mas, será através da natureza humana de Cristo, recebida de Maria, que o poder de Satã será quebrado por Cristo unido à sua Mãe. Logo, também Ela, a “Mulher invicta” desta profecia, com o seu Filho, quebrará a cabeça de Satã. - O termo “inimizade” indica a incompatibilidade absoluta entre Cristo e sua Mãe de um lado, e Satã e os seus aliados, do outro; indica ainda a vitória completa de ambos sobre o Maligno.</p>
<p>b) Dois textos de Isaías:?Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um Filho, o Emanuel (Deus conosco)?. (Is. 7,14) ?Nasceu-nos um menino …Ele será Deus forte …?. (Is. 9,5)</p>
<p>c) Outros textos de S. Lucas:?Ave, ó cheia de graça…? (Lc. 1,28);?…darás à luz um Filho, e Lhe porás o nome de Jesus; (…) Ele será Filho do Altíssimo? (Lc. 1,32); e “Filho de Deus” (Lc. 1,35); “Bendita és tu entre as mulheres; ( …) donde me vem a dita de vir a mim a Mãe de meu Senhor?”. (Lc. 1,42-43)</p>
<p>- Esses textos sagrados destacam as várias grandezas singulares de Nossa Senhora:</p>
<p>3 - A Maternidade Divina: É evidente: - 1º ) no texto ?a?, a descendência da Mulher (sêmen, prole) é, no 1º plano, Jesus Cristo. E então a ?mulher singular” da profecia é a sua verdadeira Mãe. E como Cristo é Deus, Ela pode e deve chamar-se Mãe de Deus.</p>
<p>2º) Confirma-se isso com os textos da letra ?b? (Is. 7,14), pois ?a Virgem? é predita aí como a verdadeira Mãe do Emanuel (Deus conosco), portanto, Mãe de Deus.</p>
<p>3º) O mesmo afirmam os textos da letra ?c? (Lc. 1,31-32;1,42-43), pois aí se declara que Maria Santíssima é a verdadeira Mãe “do Filho do Altíssimo?, ?do Filho de Deus? e a “Mãe de meu Senhor?.</p>
<p>- Argumento de razão - Podemos e devemos chamar a Virgem Maria ?Mãe de Deus? porque o objeto-termo de toda maternidade é a pessoa. Não se diz que a mãe é mãe da natureza do filho, mas da sua pessoa. E a Pessoa, em Cristo, é a 2ª da Santíssima Trindade, o Filho de Deus. Na Virgem Maria se realiza, pois, este mistério: ser Ela, ao mesmo tempo, “Mãe de Deus e de Deus filha”. Ela participa do mistério do seu Filho que é “Deus e Homem ao mesmo tempo”.</p>
<p>- Maternidade espiritual - também. De fato, como no 2º plano, aquela “Mulher” é Mãe da “prole” também no sentido de “descendência”, Maria Santíssima é Mãe espiritual dos remidos. O que o próprio Jesus na Cruz confirmou, na pessoa de São João, ao dizer à sua Mãe: “Mulher, eis aí o teu filho”. São João, então, representava a todos os remidos.</p>
<p>- Medianeira - também. Realmente, como Deus deu às mães, como ofício próprio da maternidade, prover o alimento dos filhos, assim Cristo, ao dar à sua Santa Mãe o ofício da maternidade espiritual, deu-Lhe também todas as graças necessárias para a salvação de seus filhos espirituais. Senão esse título seria meramente nominal. Ela é, pois, Medianeira de todas as graças de Cristo para nós.</p>
<p>4 - A Imaculada Conceição - Essa prerrogativa é conseqüência da primeira. Destinada a ser Mãe verdadeira e virginal de Cristo-Deus, não podia Ela ter contato com o pecado. Ademais, se a alguém fosse dado poder escolher a própria mãe, não escolheria a mais virtuosa, a mais pura, a mais santa? E Jesus não só pôde escolher a Sua Mãe, mas criá-lA, pois é Deus. Ele A fez, pois, imaculada, isenta de toda a culpa original. É a razão de conveniência.</p>
<p>Mas, essa verdade está contida no próprio texto da Bíblia (Gên. 3,15), pois aí se prediz para o futuro Salvador e para a sua Mãe, uma inimizade total com Satã, que implica derrota total deste. Isso é incompatível com a condição de quem tivesse estado, por um momento sequer, sob o pecado e, pois, sob o poder do Maligno. É claro que isso pressupõe a concepção imaculada, não só de Cristo-Homem, mas também de sua Santa Mãe.</p>
<p>5 - O ofício de Corredentora - Também está contida no texto de Gên. 3,15 a verdade de que aquela Mulher invicta, posta por Deus em total inimizade com o Demônio, ia participar de todos os sofrimentos e lutas do futuro Redentor. De fato, a Virgem Maria participou da Paixão de Jesus no grau máximo, sofrendo em união com Ele as dores mais atrozes, oferecendo-O a Deus Pai como Vítima por nós. Ela sacrificou-Lhe também o direito natural de Mãe sobre o próprio Filho. Todos esses sacrifícios já estavam incluídos na aceitação da maternidade divina. Ela cooperou voluntariamente para nossa Redenção.</p>
<p>6 - A Assunção corpórea ao céu - A vitória de Cristo sobre Satã, o pecado e a morte foi realizada na Paixão e Morte na Cruz, mas se tornou completa e patente com a sua Ressurreição e Ascensão ao Céu. Ora, o texto do Gênesis associa inseparavelmente o Messias e a sua Mãe na mesma luta e na mesma Vitória final e completa. Ora, a vitória de Maria Santíssima não seria completa se o seu corpo imaculado e virginal tivesse ficado sujeito à corrupção do sepulcro. Jesus Cristo não o permitiu, mas A elevou ao Céu em corpo e alma, no fim de sua vida. Assim cumpriu-se plenamente aquela magnífica profecia. </p>
<p>RESPONDENDO OBJEÇÕES </p>
<p>8 - Os protestantes não cessam de injuriar a Jesus, rebaixando a sua Santa Mãe à condição de uma mulher comum, pela interpretação errônea que dão a alguns textos.</p>
<p>Vejamos na Bíblia como isso é falso: - No encontro de Jesus no Templo, Ele não argüiu a Sua Mãe de não saber que Ele?devia cuidar dos interesses de seu Pai?. (Lc. 2,49) Não era esse o sentido das suas palavras no contexto. Era antes o seguinte: “Não sabeis que devo estar no que é de meu Pai ?” (sentido literal) Assim, era normal que sua Mãe entendesse a resposta no sentido de “ficar morando no Templo”, a exemplo de Samuel. Por isso, em Lc. 2,50 lemos: “Eles não entenderam o que Jesus lhes dissera”. </p>
<p>9 - Em Caná, a Mãe de Jesus Lhe informou ter acabado o vinho para os convidados. Jesus respondeu usando a expressão semítica (da língua hebraica): ?Mulher, que há entre mim e ti?? E acrescentou: ?A minha hora ainda não chegou?. (Jo.2,4) A expressão usada por Jesus tem um sentido próprio daquela língua.</p>
<p>De fato, verificou-se que ela foi usada, pelo menos seis (6) vezes na Bíblia do Anigo Testamento, nas quais se supõe resposta negativa: ?não há nada?; uma ou outra vez, indica que ?não há nada? porque há oposição; as outras indicam que as partes estão de acordo. (Cf. 2 Reis 3,13; 2 Sam.16,10; 19,22; Jz. 11,12; 1 Reis 17,18; 2 Crôn. 35,21)</p>
<p>Note-se que essas citações conferem com a tradução literal da frase latina:”Quid mihi et tibi est?” = ?Que há entre mim e ti??, sem as acomodações ao nosso modo de falar, como por ex., ?Que nos importa isso a mim e a ti??, ou ?Que queres de mim ??, como hoje se costuma fazer.</p>
<p>Em Caná é claro o sentido de pleno acordo quanto ao fato da providência solicitada (o milagre), com pequena restrição quanto à sua oportunidade. Daí Jesus dizer:?a minha hora ainda não chegou?. Mas antecipou essa hora, e fez o milagre, atendendo a intenção caritativa de sua Santa Mãe.</p>
<p>10 - Quanto ao apelativo ?Mulher?, dizem os peritos da língua que Jesus falava, o aramaico, que tem um sentido respeitoso equivalente a ?Senhora?. E que dizer do acento de respeito desta palavra na boca de Jesus ao dirigir-se à sua Santa Mãe! Sobretudo no contexto de Caná e da Cruz. Jesus, o melhor dos Filhos, deve ter-Se dirigido à sua santa Mãe com acentuado carinho e respeito filiais. Nesse contexto, tal apelativo lembra ainda a “Mulher” da profecia do Gênesis. (3,15) Então, Jesus Se projeta ao lado de sua Mãe como dando cumprimento àquela profecia.</p>
<p>11 - Por fim, Jesus pregava numa casa cheia de gente. Avisam-Lhe que lá fora estão sua Mãe e os seus (chamados) irmãos. (primos-Ver ?F. C. nº 12) Jesus responde:”Minha Mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. (Lc. 8,21) É claro que Jesus não está negando à sua Santa Mãe a honra de ser a primeiríssima entre os ouvintes e praticantes da palavra de Deus, antes o supõe, e é seu principal título de glória. O mesmo se diga de Lc.11,27-28.</p>
<p>Para citar este artigo:</p>
<p>DESCONHECIDO, . Apostolado Veritatis Splendor: AS GRANDEZAS DE MARIA SANTÍSSIMA NA BÍBLIA. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/806. Desde 24/2/2003.</p>

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		<title>FAMÍLIA E MATRIMÔNIO</title>
		<link>http://samantha15.blogcatolico.com.br/2008/05/23/familia-e-matrimonio/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 04:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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No final da manhã desta sexta-feira, dia 16, Bento XVI encontrou-se na Sala Clementina, com os participantes no Fórum das Associações Familiares, cerca de 200 pessoas. No discurso que o Papa fez em várias línguas – italiano, francês, alemão e inglês - aos participantes do Fórum [...]]]></description>
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<p>No final da manhã desta sexta-feira, dia 16, Bento XVI encontrou-se na Sala Clementina, com os participantes no Fórum das Associações Familiares, cerca de 200 pessoas. No discurso que o Papa fez em várias línguas – italiano, francês, alemão e inglês - aos participantes do Fórum das Associações Familiares, Bento agradeceu pela visita e pela oportunidade de conhecer a atividade desempenhada pelas associações que participam do Fórum e da Federação Européia das Associações Familiares Católicas.</p>
<p>Este encontro, disse o Papa se realiza por ocasião da anual celebração do Dia Internacional da Família, que se comemorou ontem, 15 de maio. Para sublinhar a importância de tal celebração – disse o Papa – foi realizado um encontro com o tema “Aliança pela família na Europa: o associacionismo protagonista”, para confrontar as experiências entre várias formas associativas familiares e com o objetivo de sensibilizar os governantes e a opinião pública sobre o papel central e insubstituível da família na nossa sociedade.</p>
<p>De fato, – continuou o Papa – como justamente os senhores observaram, uma ação política, que deseja olhar para o futuro com visão profética, não pode deixar de colocar a família no centro da sua atenção e da sua programação. Bento XVI recordou em seguida que neste ano se comemoram os 40 anos da Encíclica Humanae vitae e os 25 anos da promulgação da Carta dos Direitos da Família, apresentada pela Santa Sé no dia 22 de outubro de 1983.</p>
<p>“Dois documentos entre eles idealmente ligados, porque, se o primeiro reafirma com força, indo corajosamente contracorrente em relação à cultura dominante, a qualidade do amor do casal, não manipulado pelo egoísmo e aberto à vida, o segundo coloca em evidência os direitos inalienáveis que permitem à família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, de ser o berço natural da vida humana”.</p>
<p>Em particular – frisou o Papa – a Carta dos direitos da Família, endereçada principalmente aos governos, oferece a quem tem responsabilidade pelo bem comum, um modelo e um ponto de referência para a elaboração de uma adequada legislação política da família. Ao mesmo tempo, essa se dirige a todas as famílias inspirando-as a unirem-se na defesa e promoção dos seus direitos.</p>
<p>O Santo Padre recordou João Paulo II, chamado o “Papa da família”, que repetia sempre que “o futuro da humanidade passa através da família”. Ele sempre sublinhava o valor insubstituível da instituição familiar, segundo o designo de Deus Criador e Pai, frisou Bento XVI. </p>
<p>O Pontífice não deixou de recordar os desafios que hoje enfrentam as famílias, o quanto é difícil realizar, nas modernas condições sociais, o ideal da fidelidade e da solidariedade do amor conjugal, ter e educar os filhos, conservar a harmonia do núcleo familiar. </p>
<p>“Se, graças a Deus, há exemplos luminosos de famílias sólidas e abertas à cultura da vida e do amor, infelizmente não faltam, e são até mesmo em aumento, as crises matrimoniais e familiares. Das muitas famílias, que se encontram em condições de preocupante precariedade, eleva-se, muitas vezes até mesmo de modo inconsciente, um grito, um pedido de ajuda que interpela os responsáveis das administrações públicas, das comunidades eclesiais e das diversas agências educativas. Portanto, é cada vez mais urgente o compromisso de unir as forças para apoiar, com todos os meios possíveis, as famílias do ponto de vista social e econômico, jurídico e espiritual”.</p>
<p>Fonte: Rádio Vaticano</p>

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		<title>Os outros Apóstolos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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Tiago, irmão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.c7qos.th8.us+Os+outros+Ap%C3%B3stolos" title="Post to Twitter (www.c7qos.th8.us)"></a><p>Existe também uma tradição, consignada por Eusébio de Cesaréia, que diz que os apóstolos foram dispersos pelos quatro cantos da terra. Tomé teria ido para o país dos partos, Mateus para a Etiópia, André para a Cítia e João, para a Ásia, morrendo em Éfeso. O evangelista Marcos teria fundado igrejas no Egito.</p>
<p>Tiago, irmão de João, foi decapitado por ordem de Agripa I, em 44. Em 62, o sumo sacerdote Anã manda apedrejar Tiago, irmão do Senhor e bispo de Jerusalém. Ele é sucedido por Simeão, filho de Cleófas e de Maria, irmã da mãe de Jesus.</p>

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		<title>Pentecostes festa da Igreja Católica</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.iafan.th8.us+Pentecostes+festa+da+Igreja+Cat%C3%B3lica" title="Post to Twitter (www.iafan.th8.us)"></a>A festa de Pentecostes celebra, exatamente, 50 dias após a Páscoa, que é a Ressurreição de Cristo Jesus, assim como o nascimento da Igreja. Coisa que todo Católico deveria saber, deveria…
Mas infelizmente, uma boa parte das pessoas já não sabem mais o significado do Pentecostes, e o pior tem gente que nunca ouviu nem falar…
Temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.iafan.th8.us+Pentecostes+festa+da+Igreja+Cat%C3%B3lica" title="Post to Twitter (www.iafan.th8.us)"></a><p>A festa de Pentecostes celebra, exatamente, 50 dias após a Páscoa, que é a Ressurreição de Cristo Jesus, assim como o nascimento da Igreja. Coisa que todo Católico deveria saber, deveria…<br />
Mas infelizmente, uma boa parte das pessoas já não sabem mais o significado do Pentecostes, e o pior tem gente que nunca ouviu nem falar…<br />
Temos que, a cada dia, sermos uma Igreja Servidora, presente e não deixarmos nenhum de nossos irmaos se perderem na fé, pois nós, quanto batizados e crismados temos, ou melhor, recebemos essa tarefa do próprio Cristo: “Batizai em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” Mt 28, 19.<br />
Portanto não esqueçam que devemos ser Igreja, que devemos EVANGELIZAR e mostrar ao mundo a nossa verdadeira missão.</p>
<p>Fica com Deus. </p>

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		<title>O Espiritismo não pode ser católico Porque?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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Amor de Deus
Pecado
Salvação de Jesus
Fé e conversão
Senhorio de Jesus
Espirito Santo
Comunidade
Esse é um resumo da fé católica.
O Espiritismo já se distancia da fé católica na Salvação. Para eles, o motivo de haver a reencarnação é para que a pessoa pague seus pecados, seja através de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.caqkw.th8.us+O+Espiritismo+n%C3%A3o+pode+ser+cat%C3%B3lico+Porque%3F" title="Post to Twitter (www.caqkw.th8.us)"></a><p>O fundamento da evangelização da Fé católica é o chamado Querigma:</p>
<p>Amor de Deus<br />
Pecado<br />
Salvação de Jesus<br />
Fé e conversão<br />
Senhorio de Jesus<br />
Espirito Santo<br />
Comunidade<br />
Esse é um resumo da fé católica.</p>
<p>O Espiritismo já se distancia da fé católica na Salvação. Para eles, o motivo de haver a reencarnação é para que a pessoa pague seus pecados, seja através de uma deficiência física, seja por novas e diferentes ações.<br />
Veja, se é preciso que a prórpia pessoa venha corrigir seus erros, Jesus morreu na cruz por nada. Eles negam o que São João escreveu na carta aos Romanos: “Porque cremos que dos mortos ressucitou Jesus, nosso Senhor, o qual foi entregue por nossos pecados e ressucitado para a nossa justificação” (Rm 4, 24s).</p>
<p>Veja Jesus foi entregue por nossos pecados e ressucitou para que não sejamos condenados, nos justificou. Dessa forma, não há mais motivo pelo qual “reencarnar”.</p>
<p>Entretanto, se eu afirmo a reencarnação, eu nego a salvação de Jesus.</p>
<p>Portanto, irmãos, fiquem atentos! Todo aquele que acredita na reencarnação nega o catolicismo.</p>
<p>“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro” Mt 6, 24</p>
<p>O livro “Sou Católico - Vivo a minha fé”, da CNBB, diz que:</p>
<p>“A reencarnação é a teoria segundo a qual a alma, deixando o corpo após a morte, passaria para outro corpo. A Bíblia ensina que cada pessoa tem uma só existência sobre a terra e que, após essa vida, comparece diante de Deus para ser julgado. Diz a Carta aos Hebreus: E como está determinado que os homens morram uma só vez, e depois disso vem o julgamento” (9,27). De fato, Jesus e os apóstolos não pregaram a reencarnação e sim a ressurreição dos mortos: Vem a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão sua voz, e sairão. Aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação” (Jo 5, 28-29; 6,54; Mc 3,29; 9, 43-48). Da mesma forma, os Apóstolos ensinaram que a ressurrei~]ao de Cristo é garantia da nossa ressurreição (cf. 1Cor 15, 12-19). A Igreja nos convida a vigiar “constantemente, a fim de que, terminando o único curso de nossa vida terrestre, possamos entrar com Cristo para as bodas e mereçamos ser contados entre os benditos!”( LG, 48). Portanto, a reencarnação é incompatível com a fé católica.”</p>

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		<title>O Evangelho segundo o Espiritismo-Cuidado!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samantha15</dc:creator>
		
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Deus quis que a nova revelação chegasse aos homens por uma via mais rápida e mais autêntica; por isso encarregou os Espiritos de irem levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem dar a ninguém o privilégio exclusivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3ww7p.th8.us+O+Evangelho+segundo+o+Espiritismo-Cuidado%21" title="Post to Twitter (www.3ww7p.th8.us)"></a><p>Na Introdução do livro “O evangelho segundo o Espiritismo”, em Autoridade da doutrina diz:</p>
<p>Deus quis que a nova revelação chegasse aos homens por uma via mais rápida e mais autêntica; por isso encarregou os Espiritos de irem levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem dar a ninguém o privilégio exclusivo de ouvir sua palavra. (…) Na falta dos homens para pregá-la, haverá sempre os Espíritos.</p>
<p>Na Bíblia encontramos a refutação dessa passagem na Parábola do rico e Lázaro:</p>
<p>Rogo-te então, pai, que mandes Lázaro à casa de meus pais, pois tenho 5 irmãos, para lhes testemunhar, que não aconteça virem também eles parar neste lugar de tormentos.<br />
Abraão respondeu: Eles têm Moisés e os profetas; ouça-nos!<br />
O rico replicou: Não, pai Abraão; mas se for a eles algum dos mortos, arrepender-se-ão.<br />
Abraão respondeu-lhe: Se não ouvirem a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite algum dos mortos.” (Lc 16, 19-31)</p>
<p>Nessa passagem Abraão diz ao rico que não é permitido aos mortos voltarem para falar a verdade aos vivos, pois eles tem os profetas e a volta deles seriam ineficazes. Se na Bíblia está desta forma, porque Deus enviaria os Espíritos dos mortos a toda a Terra para divulgar a verdade? Se nessa passagem mesmo já explicita que Ele mandou alguns vivos para espalhar sua mensagem, e sim, quer depender deles.</p>

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